quinta-feira, 31 de julho de 2008
CURSO ONLINE
Esta é a sugestão do Grupo Escolha para os profissionais que buscam sempre estar atualizados e preparados para pràtica dentro e fora da sala de aula.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Internet e Educação
Entrevista de Ilana Eleá - do Grupem (grupo de pesquisa Educação e Mídia da Puc-Rio) no canal futura, sobre Internet e Educação (dia 07/04/08)
http://www.youtube.com/watch?v=PLUl95-d55k
http://www.youtube.com/watch?v=PLUl95-d55k
segunda-feira, 31 de março de 2008
É possível motivar os alunos a aprender?
Motivação é um tema presente em muitos campos do saber, e na educação não poderia ser diferente. Em salas de aula de todo o Brasil, quiçá do mundo, existem aqueles alunos ditos motivados e outros desmotivados, e é a partir desta nomeação que começamos a questionar o que é a motivação.
Segundo o dicionário de Psicologia, motivação é um estado subjacente inferido que energiza o comportamento, provocando a sua ocorrência; colocando de uma forma mais prática, a motivação é um motivo para ação e seu caminho é de dentro para fora. Falar que a motivação é interna, não quer dizer inata e sim que surge a partir da historia de vida, dependente da interação com o mundo físico, social e emocional do aluno. Isto nos dá a pista que para motivar alguém é necessário saber qual importância tem determinada atividade na vida da pessoa, pois o conteúdo precisa fazer sentido e gerar satisfação pessoal.
Na escola, a motivação consiste em oferecer estímulos e incentivos apropriados para tornar a aprendizagem mais eficaz. O professor deve inicialmente responder a seguinte pergunta: que importância tem para meus alunos saber ou conhecer o que ensino?
Um aluno estará motivado quando sentir necessidade de aprender o que está sendo tratado. E muitas vezes a visão a longo prazo que há muito tempo é dita no ambiente escolar, è estudando que se tem um futuro melhor, não faz sentido para o aluno, ou por não ser capaz de visualizar tão longe, ou por não atribuir um futuro melhor a quantidade de conhecimento (vejam seus ídolos).
Não existe receita de bolo para estimular um aluno, porém, um professor reflexivo avalia sua prática e busca formas de favorecer a relação de ensino-aprendizagem, observando que é muito mais difícil criar um ambiente interessante para o aluno quando se está desmotivado.
E você Professor está Motivado?
Psicóloga Katiane Fagundes
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Dica de Leitura

A Dislexia em Questão
Giselle Massi - Plexus Editora
O livro é uma excelente dica para fonoaudiólogos, psicopedagogos, professores e demais profissionais que lidam com a questão.
A autora trata do tema de forma diferente dos manuais e tratados sobre a dislexia. Ela começa o livro com um capítulo que retrata o equívoco histórico na definição da dislexia ou (in)definição como costuma dizer. Segundo Giselle, “Uma patologia denominada dislexia adquirida, relacionada a adultos com lesão cerebral, parece ter servido de esteio para determinar uma visão equivocada, que toma questões e fatos lingüísticos referentes à apropriação da escrita como sinais de uma suposta doença da aprendizagem.” A autora critica ainda a visão patológica, incorporada pela área médica, de uma questão educacional e a falta de clareza nos critérios para o diagnóstico.
O segundo capítulo do livro traz o referencial teórico que o norteia, baseado em autores como Bakhtin, Franchi e Vygotsky.
No terceiro capítulo a autora discute, com base no referencial teórico apresentado no capítulo anterior, os ditos “sintomas disléxicos”.
As “tarefas avaliativas”, usadas para testar e diagnosticar crianças como portadores de dislexia, são apresentadas e comentadas no quarto capítulo.
Finalizando, a autora, que é fonoaudióloga e a partir de sua prática em consultório encontrou inquietações que a levaram a escrever este livro, apresenta casos de crianças apontadas como portadoras de um distúrbio de aprendizagem.
A idéia defendida por Giselle é a de que o diagnóstico de dislexia ou de um distúrbio de aprendizagem, considera questões de apropriação da leitura e da escrita como patológicas e funciona como um rótulo que leva o aluno a construir sobre si e sobre a escrita uma imagem negativa.
Fica então a dica: A Dislexia em Questão. Boa Leitura!
Se você já leu, deixe seu comentário!
Giselle Massi - Plexus Editora
O livro é uma excelente dica para fonoaudiólogos, psicopedagogos, professores e demais profissionais que lidam com a questão.
A autora trata do tema de forma diferente dos manuais e tratados sobre a dislexia. Ela começa o livro com um capítulo que retrata o equívoco histórico na definição da dislexia ou (in)definição como costuma dizer. Segundo Giselle, “Uma patologia denominada dislexia adquirida, relacionada a adultos com lesão cerebral, parece ter servido de esteio para determinar uma visão equivocada, que toma questões e fatos lingüísticos referentes à apropriação da escrita como sinais de uma suposta doença da aprendizagem.” A autora critica ainda a visão patológica, incorporada pela área médica, de uma questão educacional e a falta de clareza nos critérios para o diagnóstico.
O segundo capítulo do livro traz o referencial teórico que o norteia, baseado em autores como Bakhtin, Franchi e Vygotsky.
No terceiro capítulo a autora discute, com base no referencial teórico apresentado no capítulo anterior, os ditos “sintomas disléxicos”.
As “tarefas avaliativas”, usadas para testar e diagnosticar crianças como portadores de dislexia, são apresentadas e comentadas no quarto capítulo.
Finalizando, a autora, que é fonoaudióloga e a partir de sua prática em consultório encontrou inquietações que a levaram a escrever este livro, apresenta casos de crianças apontadas como portadoras de um distúrbio de aprendizagem.
A idéia defendida por Giselle é a de que o diagnóstico de dislexia ou de um distúrbio de aprendizagem, considera questões de apropriação da leitura e da escrita como patológicas e funciona como um rótulo que leva o aluno a construir sobre si e sobre a escrita uma imagem negativa.
Fica então a dica: A Dislexia em Questão. Boa Leitura!
Se você já leu, deixe seu comentário!
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Gira Girassol
Neste mês de janeiro, o Grupo Escolha esteve na escola Gira Girassol realizando a palestra "O Toque como Instrumento na Educação" e o grupo de estudos sobre Piaget, Vygotsky e Wallon.
Em meio a correria dos preparativos para a volta às aulas, a escola encontrou tempo e espaço para o estudo e a reflexão. Foram momentos muito valiosos e a participação do grupo foi, sem dúvida, o ponto forte das atividades.
Confiram as fotos!
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Volta às Aulas
O início do ano letivo se aproxima e com ele muitas expectativas e aquele friozinho na barriga, comum no primeiro dia de aula.
Mesmo quando não há mudança de escola, a mudança de professores, do espaço físico (sala de aula) e de alguns amigos é suficiente para gerar insegurança.
Muitas são as expectativas dos pais, avós, tios e professores em relação ao novo ano. Comentários como “passou de ano?” ou “já está um rapaz (ou mocinha), vai para o 4º. ano...” ,por exemplo, são muito comuns e contribuem para o aumento da ansiedade da criança neste momento.
Os sentimentos dos estudantes alternam-se entre euforia e entusiasmo por rever amigos e professores e, ao mesmo tempo, medo de não ser aceito ou de “não dar conta” desta nova etapa.
É importante que os pais demonstrem confiança e apóiem seus filhos nesta fase. Conversar com eles também é fundamental. É bom ficar atento. Se a ansiedade natural do 1º dia tornar-se um sofrimento para a criança deve-se procurar a escola.
Se a criança está mudando de escola, a atenção deve ser redobrada. Muitas vezes pensamos que só os pequenos necessitam de “adaptação”. Fazer um horário mais curto na primeira semana, por exemplo, pode ajudar a criança a se adaptar mais tranquilamente.
Além de gerar expectativa, o período de volta às aulas, como todo recomeço, é uma excelente oportunidade para criar novos hábitos, superar dificuldades e modificar o que não foi positivo no ano anterior. Então, bom começo!
Dicas para começar o ano com o pé direito:
Mesmo quando não há mudança de escola, a mudança de professores, do espaço físico (sala de aula) e de alguns amigos é suficiente para gerar insegurança.
Muitas são as expectativas dos pais, avós, tios e professores em relação ao novo ano. Comentários como “passou de ano?” ou “já está um rapaz (ou mocinha), vai para o 4º. ano...” ,por exemplo, são muito comuns e contribuem para o aumento da ansiedade da criança neste momento.
Os sentimentos dos estudantes alternam-se entre euforia e entusiasmo por rever amigos e professores e, ao mesmo tempo, medo de não ser aceito ou de “não dar conta” desta nova etapa.
É importante que os pais demonstrem confiança e apóiem seus filhos nesta fase. Conversar com eles também é fundamental. É bom ficar atento. Se a ansiedade natural do 1º dia tornar-se um sofrimento para a criança deve-se procurar a escola.
Se a criança está mudando de escola, a atenção deve ser redobrada. Muitas vezes pensamos que só os pequenos necessitam de “adaptação”. Fazer um horário mais curto na primeira semana, por exemplo, pode ajudar a criança a se adaptar mais tranquilamente.
Além de gerar expectativa, o período de volta às aulas, como todo recomeço, é uma excelente oportunidade para criar novos hábitos, superar dificuldades e modificar o que não foi positivo no ano anterior. Então, bom começo!
Dicas para começar o ano com o pé direito:
- Organizar com a criança um local próprio para estudar em casa. O material deve estar à mão: revistas, livros, dicionário, tesoura, cola, lápis de cor, etc.
- Assinar uma revista no nome da criança. Vale qualquer uma, o importante é criar o hábito e desenvolver o gosto pela leitura. Além dos gibis, sugiro as revistas Recreio, Superinteressante, Ciência Hoje, e para os maiores, História Viva, Isto é, Galileu, Época.
- Encapar os livros para que fiquem mais resistentes.
- Estabelecer horários para tarefas de casa, televisão, computador, etc.
- Organizar um quadro de horários com as atividades semanais e afixá-lo em local visível.
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